quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Extra! Extra! Extra!




Manchete na net: "Modelo brasileira que tem os seios maiores do mundo tenta se matar!"

Análise "peluda" do fato: a pobre não está mais aguentando o peso da "fama"! Ou será da mama?

Só tem doida.






domingo, 13 de fevereiro de 2011

Complicadas? Quem?


“Se a gente de insinua, é uma mulher atirada.
Se a gente fica na nossa, tá dando uma de difícil.
Se a gente aceita transar no início do relacionamento, é uma mulher fácil.
Se a gente não quer ainda, tá fazendo doce.
Se a gente põe limites no namoro, é autoritária.
Se a gente concorda com o que ele diz, é uma tonta, sem opinião.
Se a mulher batalha por estudos e profissões, é uma ambiciosa.
Se não está nem aí para isso, é dondoca.
Se a gente adora conversar sobre política ou economia, é feminista.
Se não se liga nesses assuntos, é alienada.
Se a mulher corre para matar uma barata, não é feminina.
Se correr de uma barata, é uma medrosa.
Se a gente aceita tudo na cama, é uma vagabunda.
Se não aceita, é fresca.
Se a mulher ganhar menos que o homem, tá querendo ser sustentada.
Se ela ganhar mais, tá querendo humilhá-lo.
Se a gente gosta de roupas e cosméticos, é uma narcisista.
Se a gente não liga para essas coisas, é sapatão, ou no mínimo desleixada.
Se sai mais cedo do trabalho, é uma folgada.
Se sai mais tarde, tá dando pro chefe.
Se faz hora extra, é uma gananciosa.
Se gosta de TV é fútil.
Se gostar de ler, tá dando uma de intelectual.
Se a mulher quer ter cinco filhos, é uma louca inconseqüente.
Mas se quer ter um, é uma egoísta que não tem senso maternal.
Se a gente se aborrece com certas atitudes dele, é uma mulher dominadora.
Se aceitar tudo que ele faz, é submissa.
Se a gente gosta de rock, é uma doida chapada.
Se gosta de música romântica, é brega.
E se gosta de música eletrônica, é porra louca.
Se a gente faz uma cena de ciúme, certamente é neurótica.
Mas se não faz, não sabe defender seu amor.
Se a gente fala mais alto que ele, é uma descontrolada.
Se fala mais baixo, é subserviente.
Não pode estourar o cartão de credito;
mas tem que andar bem arrumada.
Não pode ser muito magra, nem muito gorda.
Não pode ter muito peito, nem peito de menos.
Tem que ter bundão, pernão, mas não pode ter celulite nem estrias.
Pô...e depois ainda dizem que mulher é que é complicada!”

O texto acima não é meu. Concordo 100% com ele. Dispensa meus comentários.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A megera indomável


Seguinte, pessoas queridas, aqui no Peludão (é assim que, carinhosamente, me refiro a este nosso blog) normalmente fala-se muito sobre os cafajestes de plantão, certo? Pois bem. Hoje eu vou elucubrar acerca do outro lado da moeda.
Tem muito pitbull por aí que diante de algumas mulheres acaba mesmo virando poodle, para não dizer lassie! É isso mesmo! Mulher quando se apaixona fica burra e cega! Tem homem que fica burro, cego, submissa, frouxo, suporta até galho na testa de amolar facão, mas não larga do pé da megera!
Vamos combinar, tem mulher também que quando quer sabe usar um par de seios, uma cabeleira loura (sem ofensas!), um traseiro sarado, e etc. para fazer o sujeito dançar miudinho! Comer na não dela! Lamber o chão que ela pisa! E que pisa com sapato que ele pagou! E quanto mais a “Cruela” chuta, mais o pobre quer! Já não basta mais pagar as contas dela, não basta fazer todos os gostos e vontades, não basta dizer a ela que morre se ela se for, que a ama, que ela é tudo, que é demais, nada! A “cruela” beija, pega o cartão de crédito, e diz para ele ficar em casa “bunitinho” que ela vai “ali e já volta”!
E ele fica. Esperando o mulherão voltar! A cabeça gira, a testa coça, o suor frio escorre, a barriga dói... mas ele tá lá, firme que nem prego na areia esperando a “cruela” chegar e dizer que está cansada demais para dar explicações e otras cositas más, e que ele deveria “confiar mais” nela, afinal, ele a ama ou não?
Quando você é amiga, parceira, pensa duas vezes em qual programa fazer para não “zerar” a conta do bofe, quando você o convida para sair com sua turma, quando você quer conversar, quer ficar mais tempo junto, quando quer dividir sua vida com ele, quando quer a participação dele em suas conquistas, suas vitórias, seus fracassos, quando se oferece para ouvi-lo, para escutar como foi aquela “merda” de dia, o que fez desta vez aquele “bosta” de chefe que ele tem, enfim... quando você diz para ele “se não quiser falar nada, não precisa, deita sua cabeça no meu colo e fecha os olhos que eu vou te fazer um carinho”....
- “ Ihhhhh que mulher chata, grudenta, quer casar, quer compromisso, quer me amarrar, quer me colocar o cabresto, quer um trouxa para casar com ela, quer um otário para ela esfregar na cara das amigas, daqui a pouco ela trás calcinha, escova de dente e chapinha aqui para casa, eu hein, to fora!”
Homens e mulheres sofrem. Em diferente ou igual proporção. Não importa! Homem pasta um bocado também!
E tudo isso me faz lembrar o título do monólogo de Renato Scarpin: tem muito homem por aí “Engolindo sapo para um dia comer a perereca”! E na maioria das vezes, quem acaba comendo a perereca dele é o sapo do amigo, do vizinho, do chefe dela....menos o dele, claro.