domingo, 14 de agosto de 2011

"Fiz isso por amor"



Conta-se que certa vez um homem fez a seguinte pergunta para a Irmã Dulce:
“Nossa, como você consegue dar banho neste leproso? Eu não faria isso nem por um milhão de dólares!”.
Ao que ela respondeu:
“Nem eu. Eu faço por amor.”

Se isso for mesmo verdade, a cavalgadura podia ter dormido sem essa! Isso lá era pergunta para fazer para Irmã Dulce? Mas, não vou falar sobre irmã Dulce porque é completamente desnecessário! Essa mulher dispensa os comentários de uma pobre mortal como eu.
O que eu quero é falar sobre “fazer por amor”. A questão é muito simples: falar é fácil. A teoria é linda. Utilizar esse argumento na hora da raiva, no meio de uma discussão ou para justificar um comportamento, um atitude, uma falha, o que quer que seja, é muito fácil. Mas, até que ponto nós fazemos algo por amor sem pensar em receber algo em troca? Até que ponto nós praticamos o tão falado amor incondicional?
Por exemplo, praticar o bem, fazer uma boa ação e depois postar lá na sua página da rede social invalida o ato. Fazer cortesia com o chapéu alheio também não conta. Quantas vezes você já disse a frase “eu fiz isso por amor” ou “eu faço por amor”? E quantas vezes você já ouviu essa frase de alguém? Mãe que repete isso o tempo todo para o filho e vice-versa. São inúmeras as situações. Só que mãe, pai, filhos, amigos (verdadeiros), a gente dá um belo desconto, releva, perdoa, nem processa, não é?

Agora jogar isso na cara do outro quando estamos naquele momento “lavanderia” da discussão automaticamente invalida o ato de amor incondicional! Nessa hora não tem perdão! Não há reza nem santo que te salve! E nesse momento, uma simples frase que parecia ser a sua salvação, que te colocaria no posto de “metade boa” da laranja que vocês dois formavam (metade de laranja é podre, não gosto da expressão, só que não veio outra), acaba por te colocar na categoria dos egoístas, dos desesperados, dos loucos passionais! É nessa hora que a onça bebe água, o caldo engrossa, e que a porca torce o rabo, a cobra fuma, o bicho pega e danou-se foi tudo!
Tudo que se fez foi “por amor”, sem “nunca pedir nada em troca”, mas “quem ama não faz isso”, ou aquilo. Quem ama não cobra. Será? Tem uns que cobram e ainda ficam com o troco. Mas... nesse caso... Talvez não seja amor...







sábado, 6 de agosto de 2011

Cara de palhaço, pinta de palhaço...



Se ele vive repetindo que não é criança, se comporta como uma criança e tem a mentalidade de uma criança, as chances de ele ser um moleque são enormes! Cai fora!

Se ele fala como um babaca, se comporta como um babaca e tem a mentalidade de um babaca, ele provavelmente é um babaca. Cai fora!

Se ele fala como um “galinha”, se comporta com um galinha e tem a mentalidade de um galinha, ele provavelmente é um galinha. Cai fora!

Se ele fala como um palhaço, se comporta como um palhaço e tem a cabeça de um palhaço, ele provavelmente é um palhaço. Só não vive disso. Cai fora!

Se ele tropeça como um bêbado, se comporta como um bêbado e não consegue dizer coisa com coisa, ele provavelmente precisa é dos Alcoólicos Anônimos e não de uma namorada. Cai fora!

Se ele fala como rico, se comporta como rico e até gasta como rico, mas deve para Deus e todo mundo, ele provavelmente é burro, além de duro. Cai fora!

Se ele não sabe o que fazer com mãos, se ele não beija bem, não sabe o que fazer com a língua, se ele não tem pegada, ele provavelmente é ruim de cama. Cai fora!

Se ele nunca aparece, nunca atende suas ligações, nunca retorna seus recados e nunca responde suas mensagens, ele provavelmente não está a fim de você. Cai fora!

Se ele possui duas ou mais características acima: corte os pulsos! Dele! Não os seus!

Se ele é bonito, gostoso, inteligente, educado, culto, maduro, bem resolvido, tem bom gosto, tem a vida profissional que queria, beija bem, tem pegada e é bom de cama: ele provavelmente é fruto da sua imaginação!

domingo, 31 de julho de 2011

Feliz aniversário !!!!




Há um ano eu postava pela primeira vez no "bloguitcho" nosso de cada dia! Sim! Um ano! Passou voando! Muita coisa aconteceu em um ano. Coisas ruins e coisas boas. Mas principalmente boas. Eu me livrei do que não me servia mais. Fiz novas amizades. Reencontrei velhos amigos. Descobri que o amigo Batman é de fato meu herói. Conquistei um trabalho novo que eu adoro. Conheci a Espanha, ou melhor, uma pequena parte dela, que era algo que eu queria muito. Testemunhei o aumento da família. Pessoas queridas adoeceram. Ninguém partiu. Fiquei de pilequinho. Mais de uma vez. Preocupei-me demais. Perdi peso. Achei-me feia. Dancei. Corri. Chorei. Gozei. Sorri. Amei. E continuo amando.

E hoje, um ano, 72 amigos seguidores, 101 postagens e quase 70.000 visualizações de páginas depois, eu só queria agradecer a vocês. A você que segue e a você que lê uma vez por semana, a você que lê ao menos duas vezes por trimestre e a você que lia sempre, mas que agora está sem tempo, o que sabemos que é temporário. A você que está em outro país. A você que não lê todos os dias porque, claro, eu só escrevo uma vez por semana, e como você mesmo disse nem eu leio meu blog todos os dias! E a você que colabora, anonimamente, com o blog. A você que comenta. A você não comenta e guarda sua opinião para você. A você que acha que o blog é “sem comentários”!

Aqui eu desabafo, me divirto, aprendo... Vivo! E tenham certeza de que este blog é feito com o amor e a intensidade com que eu faço tudo na minha vida! Porque eu sou assim: 80! Nunca 8!

Valeu corações peludos de plantão! E que venha mais um ano! Mais e mais amigos! Porque em coração peludo também sempre cabe mais um! :)

Agradecimento especial as queridas amigas da Egrégora! Love you, girls!!!