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sábado, 7 de abril de 2012

Conversa de homem para homem!?


De homem para homem? Oi? Como Assim?


E ultimamente um amigo tem tentado quantificar a quantidade de hormônios que eu carrego no corpo, com base simplesmente em sua análise sobre o MEU comportamento. Devo ressaltar que o mesmo limita-se apenas ao hormônio da testosterona.
E os últimos diálogos têm sido mais ou menos assim:

Eu: Cara, eu não sei como algumas mulheres conseguem ficar sem ou não gostar de sexo!
Ele: Meu, você é doente, você não é igual às outras, você parece homem.
Eu: Só por que eu gosto de sexo? Pois eu acho que eu sou normal e elas é que não são.
Ele: Não, você é doente. Ou você tem excesso de testosterona!
Eu: Como assim?
Ele: Você gosta de sexo como homem, fala como homem, se irrita facilmente como homem, dirige feito homem!
Eu: Mas eu sou mulher e gosto de homem! E você sabe MUITO bem disso!
Ele: Mas você tem testosterona demais!

Bom, se gostar de sexo, dirigir bem e não apenas o famoso “pilotar fogão” de umas e outras que atrapalham o trânsito por aí, se fazer valer a minha opinião e a minha vontade são características de quem tem muita testosterona, então tá, eu tenho!

E no outro dia, já com a vesícula podre...
Eu: Ow amiguinho, você vai me visitar durante meu recovery né???
Ele: Mas você já tem certeza de que vai ter que fazer cirurgia?
Eu: Sim.
Ele: E como tem essa certeza?
Eu: Eu estava evitando ler o resultado da ultrassonografia, mas fiz isso ontem.
Ele: E?
Eu: Como diria Kiko Zambianqui, "rolam as pedras, devem rolar".
Eu: Fiz até uma versão do famoso poema:
Eu: "tinha uma pedra no meio da vesícula, no meio da vesícula tinha uma pedra".
Ele: E pra isso precisa tirar toda a vesícula?
Eu: Sim, os cálculos da vesícula são diferentes dos renais, que você pode implodir ou expelir na urina, se os cálculos voltam depois de implodidos, eles poderão comprometer outros órgãos como o pâncreas, e uma pancreatite é muito mais séria do que uma retirada de vesícula, visto que o pâncreas é um órgão mais importante, câncer no pâncreas então dispensa explicações, certo?
(P.S. Mas os homens são assim tão dramáticos? Ah é, são!)
Continuando....
Eu: E então?
Ele: Então tem que tirar...
Ele: E sim, eu vou dar uma passadinha rápida pra te ver enquanto estiver convalescente.
Eu: Você sabe como é a videolaparoscopia, né?
Ele: Sim...já fiz
Eu: Hum, então você sabe que serão apenas alguns furinhos (4) no meu abdome, certo?
Ele: 5
Eu: Vesícula 4
Eu: Enfim....
Ele: ENFIM
Eu: Isso tudo significa que eu não estarei impossibilitada de fazer sexo.
Ele: Vai pensando...
Ele: É um incômodo do cacete.
Ele: Apesar de não ser invasiva...
Eu: Existem várias formas de fazer sexo.
Ele: A gente fica muito estranho nos dias seguintes.
Ele: (quase convencido já) tá...digamos q alguém pode de dar uma mãozinha.
Eu: Agora você está falando a minha língua!
Eu: E como é a anestesia?
Eu: Geral? Tem que ser porque num quero ver porra nenhuma!
Ele: Geral.
Eu: E não dá medo de não voltar?
Eu: Do estado anestésico, digo...
Ele: Nem pensei nisso...se eu fosse, eu fui...
Eu: Eu to morrendo de medo de fazer essa p&¨%$a!
(Outro indício: os homens é que são medrosos!)
Ele: Ah, deixa de ser mole!
Ele: Prefere viver com dor ou morrer sem saber?
Eu: Prefiro não ter que operar.
Ele: Essa não é uma opção.
Eu: Cara, Deus sabe o que faz, viu, acho que se fosse um parto eu já tinha partido e largado a barriga para trás hauhaauhauhauhauhauhauha
Ele: Mas é mole...
Ele: Nem parece mulher!
Eu: Ah é tu sabe, tu já pariu né!
Ele: Tô falando que você tem muita testosterona!!
Eu: hauhauahuahuah

Eu até sei o que você está pensando: desista! Não tem a menor chance! Nada contra, mas meu lado sapatão é bicha!
 
É ruim hein! Muito ruim mesmo!!! FUI ....e no melhor estilo salto 20, vermelhor paixão!
 
 
 
 
 

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Na teia, na veia, direto na fonte!!!


Atenção, atenção amigos blogueiros, peludos ou não!

"Interrompemos nossa programação" para uma dica valiosa:

Se vocês ainda não conhecem, precisam conhecer agora mesmo o melhor espaço existente na blogosfera, especialmente desenvolvido para divulgar nossos "bloguitchos"  E se você não é blogueiro de meia tigela como eu, mas gosta de ler o que a galera anda postando por ai, a dica de hoje reune em um único espaço os melhores blogs e conteúdos da internet!

O blog Teia é um linkador de conteúdos, um espaço mega útil para os blogueiros e ao mesmo tempo um espaço onde o leitor encontra notícias, esportes, culinária, moda, beleza, televisão, filmes, humor e muito mais. E tudo isso de graça! Olha que bárbaro!

Então corre! Bora lá divulgar seu blog e ficar em dia com a leitura do que rola na blogosfera!

Aproveito a oportunidade para agradecer a equipe do Teia por manter o Peludão sempre na Teia!!!

Abraço, Alfredo e toda sua equipe.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Dúvidas cruéis...




Feriadão..... eu estou cansada...no inspiration at all.... então, vou deixá-los pensando.....


"Tenho uma dúvida jurídica:

Segundo a Procuradoria Geral....
Se para a igreja a pílula que a mulher toma no “dia seguinte” após haver mantido relações sexuais já é considerado um aborto.

Então, me surgem algumas dúvidas desde o ponto de vista jurídico:

* Masturbar-se é homicídio prematuro ou premeditado?

*O sexo oral? ... Seria canibalismo?

*Podemos considerar o coito interrompido como abandono de menor?

*E o que dizer de preservativo? ... Seria homicídio por asfixia mecânica?

*E o sexo anal..? É mandar seu futuro filho a merda?

Agradecimentos a quem se dispor a esclarecê-las!"

                                            Apenas uma piadinha inocente e nada peluda!


domingo, 9 de outubro de 2011

Essas mulheres.....



Estava aqui pensando no tema do post de hoje, e me lembrei que outro dia liguei a televisão e passava uma espécie de filme/documentário brasileiro que abordava a relação da mulher com o sexo em diferentes níveis da sociedade. O mais engraçado é que o tal filme/documentário conseguia tratar do assunto indo do drama à comédia em questão de segundos. Os momentos de “epifania” aconteciam quando rolavam as entrevistas com mulheres da vida real (é aí que o filme mostrava ares de documentário). Era incrível a propriedade com que davam suas respostas.

Elas afirmavam coisas como o homem é como um “botãozinho”: você aperta, ele sobe, funciona e goza. A mulher é um painel de controle e o homem, muitas vezes, não está interessado, tem pressa ou é egoísta demais para parar e conhecer todos os “botõezinhos” que ele tem que apertar. E emendavam com coisas do tipo: “sem contar que ele que não tem a menor idéia do que fazer com a língua, com a boca: coloca força e vai friccionando como se estivesse chupando outro homem! Um absurdo! Tem que fazer como se estivesse beijando! E na hora que ele acha o ponto certo não pode mudar de jeito nenhum! Se não aí ferrou, tem que começar tudo de novo!”

E depois de falar sobre a falta de habilidade do homem em utilizar a língua, uma das entrevistadas, dona de um sex shop, completa: “ah o campeão de vendas é o rabbit: o dia que um homem fizer o que ele faz o mundo acaba!” kkkkkk imagina a velocidade do bicho!

Também reclamavam sobre o fato de ser vedado à mulher o direito de discutir a relação após uma “trepada bem dada”, e que era um absurdo o homem não entender isso! Para tudo! Aí já achei demais, porque se foi mesmo bem dada, quem é que tem fôlego para imediatamente engatar uma conversa que acaba virando uma discussão? Eu até tenho, mas é para engatar outra bem dada! Fala sério. Mulher também escolha cada momento para DR que pelo amor!

E ainda tem mulher que vive o dilema de dar ou não no primeiro encontro. Tem mulher que acha que se der, fica muito fácil e depois o cara não vai mais procurá-la. Tem a que acha que se não der, o cara desiste porque acha que a mulher está se fazendo de difícil, e some. Acontece que os homens estão sumindo de um jeito ou de outro. “E agora, José?” Dá logo e pronto.

Também falaram sobre renúncia sexual feminina. Isso acontece? Tem mulher que não gosta de sexo, não dá tanta importância quanto os homens e passam muito bem sem. Mas, eu não sou sexóloga e NÃO renunciei ao meu “mandato”! Então, me abstenho DE COMENTAR o tema, só isso! (Melhor deixar claro!)

E depois de muito bla bla bla, muito discurso feminista envolvendo questões sexuais, meu amigo Dé que assistia ao filme/documentário junto comigo (porque eu liguei para ele e fiz o cara mudar de canal, afinal eu precisava de uma opinião masculina sobre todos aqueles relatos), resumiu muito bem tudo.

“A mulher pode até agir como homem, vivendo toda essa diversidade, levando um homem diferente para a cama todo dia, mas ela sempre irá acordar no dia seguinte e terá a esperança de que aquele homem vai ligar! Ou seja, ela nunca irá pensar como homem.”

E quer saber? Graças a Deus eu nunca vou pensar como um homem!

Agora, Dé, preciso te dizer: levar um homem diferente para a cama a cada dia, com tantos da sua espécie saindo de dentro do Marabrás, definitivamente não seria possível!

domingo, 4 de setembro de 2011

Infidelidade comprada



E fiquei sabendo que existe um site “X” (que eu me recuso a divulgar o nome) que presta o seguinte serviço: promove encontros de pessoas casadas cuja vida sexual não está mais aquela maravilha. Aí, a pessoa que quer sexo fora do casamento, sem riscos e com total discrição, cadastra-se neste site e certamente vai acabar resolvendo seu problema sem ter que terminar o casamento.

De acordo com a vice-presidente do tal site no Brasil, a média de idade entre as pessoas que procuram o serviço está entre 33 e 40 anos. Fase em que o casal geralmente já teve o primeiro filho, mas acham muito cedo para uma separação, até porque rola uma pressão social, entre outros motivos.

Ainda segundo a tal moça, o site até recomenda que as pessoas não se envolvam porque o propósito do site é promover a traição justamente para que o casamento não precise ser desfeito. Agora vejam que alma boa. Que desprendimento. Estou quase certa de que eles não ganham dinheiro com esse site. Isso é um serviço de utilidade pública, gente!

Opa! Não é bem assim! O serviço é pago! É a infidelidade comprada!

Sinceramente não sei o que pensar. Eu acho que se não está bom para uma das partes, não está bom para os dois e o melhor seria colocar um fim no relacionamento. Mas, também não sei se condeno totalmente. Tenho escutado cada história envolvendo sexo, ou melhor, a falta dele em um relacionamento (assunto para outro post), que fico me perguntando por que as pessoas se casam? Certamente não só por amor e sexo, e acredito que os motivos, em alguns casos, vão muito além de sentimentos. Sei lá. Só sei que fiquei um pouco chocada, decepcionada e porque não dizer triste. Mas, quer saber? Isto não é novidade. O que aconteceu foi que algum esperto resolveu ganhar dinheiro em cima de encontros clandestinos promovidos na net. Será que sou romântica demais? Por que ainda me choco com essas coisas?



domingo, 1 de maio de 2011

Às voltas com o Morcegão



Como é que pode? Como é possível exercer tamanho poder? Por que o contrário não acontece?
Já buscou explicação em tudo. Carência, modéstia às favas, não é! Sim, porque você tá bem na foto e.... digamos... “faz as unhas” quando bem quer! Também não morre de amores. Aliás, amor nenhum. Já grudou os olhos no copo e no prato quando estão juntos para se certificar de que ele não “batiza” nada que você possa ingerir. Já jogou cartas, fez leitura de mão, regressão, mapa astral, numerologia. Nenhuma resposta.

O problema é que vai ficando bom, cada vez melhor! E você fica cada vez mais viciada! De vez em quando até sente o cheiro dele quando abre os olhos pela manhã! Às vezes, no trabalho, do nada você sente aquele arrepio que sobe pelas pernas e vai parar na nuca! Chega até a procurá-lo porque a sensação é que o maldito acabou de passar por você e ainda fez questão de tocar seu corpo com o dele!

Ele não é de ligar. Nem de ficar mandando torpedos. Também não namora. Não quer saber de rótulos. Ele é só mais um simples mortal. É mais um que não é rico, não se parece com nenhuma estrela de Hollywood, não tem um nível de inteligência que fuja do padrão da sua espécie, não é super dotado, não tem super poderes, nada.

É aí que você se engana! Presta atenção! Deve haver alguma coisa. Um ombro amigo quando você precisa desabafar? Já serve. Presta atenção quando você fala e ainda te aconselha? Bom também. Mas, isso as meninas fazem até melhor. É eu sei, ele é homem. Ok eu dou o crédito a ele. Observe-o mais de perto. Fique atenta aos detalhes que pareçam mais insignificantes! Agora, olha o todo: o que ele faz e como o faz, cada gesto, cada movimento, o que não faz. O que ele adivinha e o que descobre. O que te mostra e como te surpreende. Tudo! E você faz o quê? Esbalda-se!

Eu sei, eu sei. Fica constrangida não. Sei bem como é. Aquela pegada te deixa fora do rumo, não é? E aquele beijo? As perninhas ficam bambas! Fica toda torta de cima até embaixo! Se beijar e te largar você não sabe nem que rumo tomar e precisa do GPS para chegar até a cama! Oh coisa boa, meu pai!

Estamos em pé de igualdade agora que descobrimos o seu segredo! Que é justamente não ter segredos, não ter vergonha, não ter regras, não ter agenda, não ter amarras!

Homenagem a “você” e a todos os amigos Batman que estão aí para o que der e vier! Afinal, “that´s what friends are for”!
Em tempo: não deixei de acreditar no romance. Mas..... temos que dar ao morcegão o seu devido crédito!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Nova cara do blog!


"sexy, espertas e...feministas"

Sempre gostei do estilo "pin-up", da sensualidade ingênua, da provocação mascarada, não como as fotos que saem hoje em dia nas revistas masculinas, além de elas terem um certo humor e um colorido todo especial! Por isso, depois de muito quebrar a cabeça para mudar a cara do peludão, nada melhor que um layout "pin-up" para esquentar ainda mais este blog! E, para aqueles que não conhecem sobre o tema, segue abaixo um texto bem esclarecedor! Espero que gostem, beijokas

”Desenhadas ou fotografadas, elas encarnam há um século o ideal feminino de homens carentes, e tiveram em Marylin Monroe seu principal símbolo.”
“Oops! Deixei cair a minha calcinha…”, exclama uma linda garota, com uma perna para cima e os seios arrebitados. Sexy, sorridente e bobinha, tal é o estereótipo da pin-up. Uma garota de papel que os esportistas nos vestiários ou os soldados nos quartéis penduram por meio de alfinetes (to pin-up), há mais de um século. Que ela seja desenhada ou fotografada, numa revista ou num calendário, a pin-up não é uma mulher de verdade, e sim uma fantasia: ela é feita para ser devorada com os olhos, e não para casar.
A bela está sempre desnudada, porém raramente nua. Isso porque o gênero pin-up, também chamado “cheesecake” (bolo de queijo), é fundamentalmente pudico. Os homens permanecem fora do cenário; as partes genitais ficam escondidas e o ato sexual é apenas sugerido, nunca consumido. O que explica o porquê do atual desvalimento da pin-up, considerada como obsoleta nesses tempos de licença sexual: daqui para frente, ela que conheceu sua hora de glória nos anos 1930-1950, nos Estados Unidos e no resto do mundo, está se vendo relegada às páginas especiais da revista “Playboy”, ao calendário da Pirelli e à “página 3″ dos tablóides britânicos.
A pin-up mais célebre do século 20, Marilyn Monroe, contribuiu de maneira considerável para impor o clichê da boneca loira, passiva e inocente, à espera do bem-querer do homem. Contudo, “a pin-up não é um símbolo mais misógino do que qualquer outro no campo artístico”, corrige Maria Buszek, autora do livro “Pin-up Grrrls – Feminism, Sexuality, Popular Culture” (2006) e mestre de conferências no Kansas City Art Institute. “Ela refletiu ao mesmo tempo as atitudes vis-à-vis da sexualidade feminina e as esperanças de mudança”.
Cada época, portanto, fabricou uma pin-up que corresponde às suas próprias aspirações: ora uma deusa agressiva e conquistadora, ora um objeto sexual descerebrado. O termo “pin-up” data dos anos 40, mas a bela é filha da revolução industrial. “É no século 19 que são reunidas as condições para a emergência do gênero”, indica Maria Buszek, “quando surgem os meios de produção das imagens em massa, uma classe média urbana e uma sociedade mais aberta à representação da sexualidade feminina”. Aos poucos vão sendo difundidos, na Europa e nos Estados Unidos, os calendários sexy, os cartões-postais e os pôsteres de atrizes de teatro, por vezes desnudadas.
Mas é a revista americana “Life” que vê surgir o primeiro grande fenômeno pin-up, em 1887: a “Gibson Girl”. Desenhada por Charles Dana Gibson, ela é burguesa, chique e está… vestida! Mesmo se os trajes de banho que descem até os joelhos, parecem ser claramente ousados. Enquanto as sufragistas, nas ruas, são alvos de vaias, que os jornais populares zombam da “New Woman” que pretende trabalhar e ser independente, Gibson impõe esta nova mulher como um ideal romântico.
Com um belo corte de cabelo; bem arrumada, ativa e segura de si, a Gibson Girl seduz os homens com o seu charme, e as mulheres com as suas roupas na moda. Em 1903, Gibson é o ilustrador o mais bem pago do país. A idade de ouro da pin-up tem início durante os anos 30, com dois desenhistas que se tornaram clássicos do “cheesecake”: George Petty e  Alberto Vargas, fazendo o sucesso da revista americana “Esquire”. Logo no seu primeiro número, em 1930, esta publicação masculina de alto padrão enfia nos intervalos das suas páginas de política e literatura uma “Petty Girl”: no começo, inteiramente vestida, ela irá se desfazer das suas pétalas no decorrer dos anos, antes de inaugurar, em 1939, o primeiro “caderno central de três páginas”, que deve ser desdobrado e destacado.
Enquanto a “Petty Girl” é uma ingênua charmosa, a “Varga Girl”, que lhe sucede, banca antes a mulher fatal. As duas têm em comum uma plástica totalmente irrealista (pernas desmedidas e cintura de abelha), e um sucesso avassalador. O primeiro calendário de “Varga Girls”, publicado em 1940, é um best-seller. E a pin-up vai conquistando seus títulos de respeitabilidade: as revistas generalistas (“Time”, “Look”, “Cosmopolitan”…) passam a aderir a esta nova arte popular, e pedem a artistas para criarem esboços das stars de cinema no estilo “cheesecake”.
O intervalo entre as duas guerras mundiais vê surgirem dezenas de desenhistas de pin-up, mais ou menos inspirados: Gil Elvgren, o chefe da “escola maionese”, cria calendários inspirando-se em Norman Rockwell e assina propagandas para a Coca-Cola; Art Frahm faz do “oops-deixei-cair-minha-calcinha” sua cansativa assinatura; e Zoé Mozert, por sua vez, faz dela mesma o seu modelo.
Mas, para que a pin-up se torne a arte popular americana por excelência, vai ser preciso esperar até a Segunda Guerra mundial. Ela é então requisitada pelo exército para reforçar o moral dos GI’s: as “Varga Girls” passam a cobrir seus corpos nus com a bandeira estrelada, alistam-se como enfermeiras, trajam o uniforme da Navy…. De um símbolo sexual libertino, a pin-up é elevada à patente de “deusa guerreira” e acaba personificando a mulher americana – segura de si e audaciosa.
Anônimas e atrizes de cinema espalham-se pelas paredes dos dormitórios e as portas dos armários dos soldados, dentro dos seus abrigos e até mesmo sobre a fuselagem dos aviões: é a “nose art”, discretamente incentivada pelas autoridades militares. Nunca a revista “Esquire” recebeu uma correspondência tão grande de fãs. De 1942 a 1946, 9 milhões de exemplares da revista são enviados gratuitamente para as tropas. Além disso, em 1942, quando os Correios americanos ameaçam retirar-lhe suas tarifas privilegiadas sob o pretexto de que os seus desenhos são “pornográficos”, a “Esquire” ganha seu processo, demonstrando o papel patriótico das suas criaturas de sonho.
 As pin-ups mais célebres naqueles anos são a loira Betty Grable e a ruiva Rita Hayworth. A primeira causa sérios estragos nos corações dos GI’s com uma foto na qual ela nem sequer mostra seus seios: de costas, trajando um maiô de uma só peça, ela desafia com insolência a objetiva, com um sorriso travesso. Diz a lenda que ela acabou posando desse jeito para disfarçar uma gravidez nascente… Ela recebe dez mil cartas de fãs por semana, e esta foto serve de trampolim para a sua carreira de atriz.
 Os “tommies” britânicos também têm a sua pin-up: Jane, uma espiã de pouca roupa a serviço da Sua Majestade, é publicada em histórias em quadrinhos no “Daily Mirror”.
Astuciosa, Jane nunca perde uma oportunidade para rasgar suas roupas – Ah! Esses danados fios de arame-farpado!… Ela é tão famosa que os soldados são autorizados a embarcar provas inéditas da série a bordo dos submarinos, de modo a não perder nenhum episódio.
 Enquanto os combates estão no auge, a pin-up exibe orgulhosamente sua glória e sua independência. Mas o fim da guerra, que vê se impor a pin-up fotografada, muda por completo as regras do jogo. “Os anos 50 são conservadores”, comenta Maria Suszek. “A mulher passa então a encarnar papéis mais tradicionais. É a era da ‘virgem eterna’ e do ‘avião loiro e ingênuo’”.
 Marilyn Monroe encarna este clichê com perfeição: em 1949, Norma Jean não passa de uma atriz sem um tostão que posa nua para o fotógrafo Tom Kelley. Mas quando é publicado o calendário “Golden Dreams”, ela já evoluiu bastante, e o estúdio a aconselha a negar que se trata dela. A jovem mulher opta antes por alertar os jornalistas e acaba sendo transformada em pouco tempo num símbolo sexual dos Estados Unidos. O ícone mítico e sorridente fará a sua glória, mas também causará a sua desgraça: é difícil impor-se como uma atriz séria quando você encarnou a loira descerebrada cujo vestido é levantado pelo vento (“Sete anos de reflexão”, 1955, de Billy Wilder).
 Há muito tempo, o “cheesecake” tem o seu equivalente masculino, mais discreto: o “beefcake”. Na época de Marilyn, o apolo Tab Hunter é recrutado pelos estúdios para encarnar junto ás adolescentes o solteiro branco, loiro, tranquilizador e viril, contra o “bad boy” Marlon Brando. O pobre ator, que se vê obrigado a concluir todas as suas entrevistas com um comentário fazendo a apologia da vida matrimonial, é na realidade homossexual… Desde então ele contou sua vida dupla num best-seller amargurado, “Tab Hunter Confidential” (2005).
 No decorrer dos anos, o mercado da pin-up se vê limitado às revistas para homens. Em 1953, uma nova revista, a “Playboy”, toma o lugar da “Esquire” (que se desinteressou de uma vez por todas da pin-up), e se especializa no “cheesecake”. A primeira “playmate” das páginas centrais é uma certa Marilyn Monroe. Por trás das suas reivindicações de liberação sexual, a revista faz da pin-up uma boneca sem personalidade. As poses são previsíveis, as fotos retocadas – as modelos são fotografadas no frio, para que as suas mamas fiquem arrebitadas. A pin-up da geração Playboy ou Pirelli – o calendário da marca de pneus nasce em 1964 – afastou-se do grande público.
 Será que por causa disso o “cheesecake” morreu? “Ao contrário, ele está em todo lugar”, afirma Maria Buszek. “Toda e qualquer foto de Britney Spears é uma pin-up. Mas ninguém a chama mais assim”. Ainda subsistem alguns desenhistas nostálgicos para manter a chama viva, reinterpretando as pin-ups históricas, tais como Betty Page.
A pin-up também conquistou o campo da arte, com artistas tais como Cindy Sherman, que, desde os anos 70 vem desenvolvendo uma reflexão a respeito da representação da mulher. Mas, a herança a mais recente da pin-up talvez deva se procurada do lado do “novo burlesco”, nos Estados Unidos. Trata-se de uma corrente que vê as garotas combinarem, no palco, o cabaré com o strip-tease kitsch. Será um retorno às origens? De fato, foi nos teatros, no século 19, que nasceram as primeiras pin-ups: sexy, espertas e… feministas.”
Fonte: UOL, Claire Guillot, Tradução: Jean-Yves de Neufville, Visite o site do Le Monde

sábado, 2 de abril de 2011

Palhaçada hein!


Frases de ” efeito”....

Efeito devastador! E foram ditas durante happy-hour com a turma de Sanca, na balada, na bebedeira e por aí vai.

Rodolfo, também conhecido como Tomate:

“Pego, mas não me apego.”
“Solteiro sim, sozinho nunca.”
“O que importa (na balada?) é não zerar.”,
“Em tempos de guerra, qualquer buraco é trincheira.”

Robis: “Criamos uma nova filosofia de vida, uma nova seita: Sexonoiê.”
Fala sério.
“Tirando a minha (mulher) o resto é tranqueira.”
Só espancando a criatura. O problema é que ele não é fraquinho, não!

E o Ale: “Quem come está sempre mastigando!” Deprimente.
Não! E a cantada dele: “Tanta carne e eu aqui só comendo ovo.” De doer os tímpanos.

Mas eu me divertia pacas com eles!
Agora, depois disso tudo, eu não quero ninguém reclamando do meu amigo Batman! Humpf!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Mulheres que gostam de ficar com gays

Este é mais um do longa-metragem que deu origem à série: "não dava para não postar"!!
O texto abaixo é de Heloisa Noronha, colaboradora do UOL.



"Volta e meia o universo da ficção flerta com as nuances do relacionamento entre mulheres e seus amigos gays. Em uma de suas (infrutíferas) tentativas de construir uma carreira de sucesso no cinema, Madonna estrelou em 2000 o filme “Sobrou pra Você”, em que, após uma bebedeira, sua personagem engravidava do charmoso Ruper Everett – que, aliás, já tinha bancado o “namorado” de Julia Roberts em “O Casamento do Meu Melhor Amigo”. (...) Para os especialistas, há várias prováveis explicações para que algumas mulheres se sintam atraídas por eles. Sim, prováveis, porque em se tratando de sexualidade, não existe nada 100% imutável ou determinado. “A conduta sexual nunca é fechada na questão de gênero. As pessoas são mutantes em sua própria atividade sexual; desta forma, o que importa são os sentimentos do momento e as trocas de igual intensidade”, explica o ginecologista e sexólogo Amaury Mendes Junior, do Rio de Janeiro. “Os conceitos modernos mostram que a identidade sexual instala-se no indivíduo de acordo com seus sentimentos e percepções. Nada é definitivo, somente a certeza do desejo pelo outro”, completa.

Mostra e esconde
Segundo a psicóloga Carmen Cerqueira Cesar, de São Paulo, certos homens ainda não definiram sua identidade sexual e, portanto, não sabem direito o que sentem. Vão se descobrindo com o tempo ou se certificando - se desconfiavam. E aí alguns revelam, são sinceros, que é o que deveria ser feito; outros, não, preferem se esconder no armário. “Acho que eles deveriam abrir o jogo honestamente para a companheira, porque assim elas podem decidir o que fazer. Por mais incrível que possa parecer, ainda existem homens gays que não se aceitam, que têm medo da represália social, por isso então tentam namorar mulheres, casar e ter filhos. Podem ser gays ou bissexuais”, completa.
Cada mulher reage de um jeito diferente a essa notícia: se ela foi "enganada", vai ficar muito brava e com razão, já que a maioria das mulheres que deseja se realizar amorosa e sexualmente não deseja ficar com um parceiro homossexual. Podem até se tornar amigos, mas não dá para ter uma realização plena com ele. “Muitas mulheres passam uma vida sem perceber que o marido é gay ou ‘fingem’ que não percebem. É mais cômodo”, declara Carmen. Por outro lado, existem outras tantas que, por gostarem deles, e mesmo sabendo que são gays, não ligam. Elas gostam da pessoa. E vivem ou não uma vida sexual fora da relação.

Cientes
No caso das garotas cientes da opção sexual do alvo de seu desejo, um dos fatores de os homossexuais serem atraentes aos olhos femininos é o fato de serem mais sensíveis, amigos, fiéis. Alguns se transformam até em confidentes. “Mulheres, por mais evoluídas que estejam, continuam buscando relações cuja prioridade passa por gentileza, delicadeza, companheirismo, afeto e cumplicidade. Os gays têm a alma feminina, são capazes de perceber mais rapidamente o estado de espírito em que se encontra aquela mulher”, ressalta a terapeuta corporal e sexóloga Valéria Walfrido, de Pernambuco, que vai além: “Muitas mulheres buscam chamar a atenção de determinado homem com maquiagens, tatuagens, cortes de cabelo, entre tantas outras coisas mais, porém sem sucesso. No universo gay, eles deixam transbordar a sensibilidade sem receios de críticas e falsos pudores. Quando se assumem, assumem sua essência, e esta encanta o público feminino que busca respostas aos seus por quês”, diz Valéria.
“Gays nos tratam com carinho e atenção, não querem somente sexo. Eles sabem onde deve pegar, o que você sente e o que você quer escutar. Acima de tudo, é um amigo que se importa se você está bem. Resumindo, dão mais atenção do que os héteros”, assegura a estudante T. F., de 16 anos, do Guarujá (SP), que já teve relacionamentos com cinco garotos homossexuais – o último durou um mês. “Não sei dizer direito o que me atrai neles... Gosto do jeito de andar, dos gestos afeminados, da autoestima alta”, revela a garota, que se autodenomina uma autêntica “Maria Purpurina”.

Desconforto
Segundo o psicólogo Oswaldo Martins Rodrigues Jr., do Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex), a química acontece porque as mulheres buscam contatos afetivos, mais que sexuais. “É preciso avaliar se não se trata de uma mulher que tem atração por outras mulheres, mas sente algum desconforto a respeito e se aproxima de homens femininos”, questiona. Para Carmen Cerqueira Cesar, a questão do desconforto com a própria sexualidade é relevante. A mulher, no caso, teria medo de viver suas próprias vontades e de encarar um homem hétero, sua potência, seu desejo. “Com um gay, ela se sente protegida."

Paquera
As baladas – principalmente as GLS – são o cenário ideal para a paquera. Gays assumidérrimos ficam com mulheres para experimentar, reforçar ou não suas "convicções" homossexuais, porque gostaram da "pessoa" ou simplesmente para curtir.
Existem mulheres, no entanto, que transformam a conquista em uma espécie de troféu, passando a se sentir mais poderosas depois. “Muitas com feridas latentes por amor dissolvido ou como exercício da própria sexualidade podem tentar exercer a sedução como forma de poder”, afirma o ginecologista e sexólogo Amaury Mendes Junior.
Oswaldo Rodrigues, do Inpasex, tem outra opinião: só sente o sabor da conquista a mulher que tem características de papel sexual masculino, que sejam psicologicamente andróginas. Já Valéria Walfrido relembra que a conquista faz parte de tudo em nossa vida, sendo essencial para nossa existência. “Qualquer relação pode iniciar-se por pura curtição, relacionamentos sérios começam dessa forma, sem ambicionar nada mais. Com o decorrer dos encontros, as pessoas encontram afinidades.” Para Oswaldo Rodrigues, só será uma curtição se a ficada com o gay for uma variação, e ela tiver outras preferências. É o caso da jornalista paulistana Carla Dias, de 31 anos. “Fiquei com um chefe gay que eu tive. A gente se dava muito bem. Uma noite, em um bar, a gente já tinha bebido bastante e ficava o tempo todo abraçado. Até que fomos ao banheiro e acabamos ficando. Foi ótimo! Ele tinha uma pegada melhor que de muito homem! Aquilo, para mim, parecia atraente, um desafio. Me senti muito à vontade, livre de pensamentos do tipo: ‘será que encontrei o homem da minha vida?’. A partir do momento que você se relaciona com um gay, deve ter total consciência de que será um relacionamento livre.”

Sem expectativas
Carla se jogou na experiência sem expectativas, mas há quem não aja assim. Certas mulheres passam a achar que vão conseguir mudar o sujeito (em outras palavras, fazê-lo “virar homem”), o que, em 99% dos casos, é pura ilusão. Os especialistas afirmam que raramente há algum tipo de futuro para uma relação como essa sob o ponto de vista de um relacionamento completo, pois a mulher não se realiza plenamente. Para a terapeuta sexual Valéria Walfrido, quando o gay assume sua opção sexual, ele deixa claro o que objetivamente deseja. “Infelizmente, a maioria esmagadora das mulheres carentes crê que com o amor tudo milagrosamente se transforma, e não é bem assim. Há de haver respeito pelas opções de todos sem exceções.”
Para o sexólogo Amaury Mendes Junior, “uma relação pode se dar por compensação ou por objetivos”. “Mas já vi casos em que a paixão da mulher pelo sujeito era tanta, que ela quis ficar com ele mesmo sabendo da orientação sexual dele. Eles se adoravam, eram muito amigos, mas viviam quase como irmãos. São formas diferentes de amor e a gente não deve ter preconceito. Esse casal viveu ‘feliz’ por toda uma vida. Do jeito deles, claro, como aquela música que diz que qualquer maneira de amor vale a pena”, diz a psicóloga Carmen Cerqueira Cesar."

Well, well, well....o tema está aberto para ser dicustido. E como o assunto aborda muito a questão da sensibilidade, vou deixar que o comentário deste blog seja do nosso ilustre colaborador. Dé, a bola está contigo! Chupa esta manga, amigo! Meus comentários peludos tardarão, mas não falharão, jamais!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

What happens in Madrid, stays in Madrid!!!


Então, continuando as minhas aventuras. Lembra que eu disse que fui um dia para Segóvia, uma cidade que fica a uns 150 km de Madri, linda, com sua catedral, o castelo do reinado de Fernando VII do ano de 1817, a Praça Maior, o aqueduto, a catedral...ah... foi na catedral.

Deixo os amigos e resolvo ir sozinha conhecer o interior da belíssima catedral. Bilheteria na entrada. Tinha que pagar 3 euros (KCTA!) Compro a entrada, passo pelo guardinha ao lado, mostro a entrada e lá vou eu olhar cada cantinho! Coisa mais linda! Muito grande. Levei mais ou menos uns 40 minutos e não vi tudo. Do outro lado, separada da bilheteria e da entrada, estava a saída, claro. Passo pela porta de saída e escuto (vamos direto em português, né):

- “Oi, como vai? Gostou? Da catedral (ainda bem que ele especificou)?” Era o guardinha que conferia o ticket lá na entrada do outro lado que já havia dado a volta no troço todo!

- “Oi! (assustada, claro! Abordagem totalmente inesperada)! Sim, gostei muito! A catedral e linda! Fiquei encantada!” Aí ferrou:

-“Ah que bom que gostou! Não sei de onde você é, mas você é muito “preciosa” , e eu saio as 6h e gostaria de te convidar para tomar algo!” Assim, a queima roupa! Pode? Respirei fundo e com muita delicadeza respondi:

-“Obrigada! Você é muito gentil! Sou brasileira e, a propósito, estou indo embora hoje!!! (cara de “que pena” misturada com samambaia de plástico), então seu convite vai ter que ficar para uma próxima vez!” E fui saindo com um sorriso AMARELO nos lábios.

Puxa vida. Já estava a três dias em Madrid em quem me canta? O guardinha da catedral. PQP a minha sogra! É Adélia, a coisa não está boa pro seu lado, pensei. Sabe quando eu volto naquela catedral de novo? Sabe né.

Próximo final de semana: sexta-feira, dia de sair com a galera da empresa e tocar o terror na night Madrileña! Primeiro um bar/restaurante: vinho, pintxos, tapas, mais vinho! Só para esquentar! E vamos para outro: mais vinho e agora dá até para dançar! Mas, a noite é uma criança (e eu iria me lembrar disso mais tarde!): nível de álcool na medida certa e vamos direto para um dance club! É hoje que me acabo na pista!

E estamos todos dançando, sorrindo e bebendo ao som de música espanhola dos anos 80! Prazer: Adélia! Mas vamos dançar que é isso que importa! De repente alguém me puxa pelo braço, e já vai entrando no ritmo, e se apresentando ao mesmo tempo, e encaixa daqui, e mexe dali, e chega mais perto, e aperta de verdade, e ai meu pai, que não estava dando mais nem para respirar (só com a minha boca)! Mas não é que existe vida além do guardinha???!!! Afinal, titia aqui não estava tão mau assim! Pede telefone, sussurra no ouvido, uma loucura!!! Sérgio era o nominho dele! Peraí: eu disse nominho? Tinha alguma coisa que não encaixava. Aquele tamanhão todo de moço e aquela carinha....

- “Cariño, quantos anos mesmo você disse que tinha?”

-“Mas eu não disse!”

-“Então aproveita que a hora é essa!”

-“Tenho 23. Algum problema?”

Problema? Quem foi que falou em problema, meu filho! Seu nome é “solução”! Foi para Madrid, experimenta o spanish kiss, certo?? E sem mais detalhes. Afinal, o que acontece em Madrid, fica em Madrid!

E assim encerrei meu último final de semana em Madrid!

E por falar em Madrid, amanhã estou partindo para lá novamente e estou de volta em 20/12. Mas , não se preocupe que o nosso novo colaborador irá dar conta do recado na minha ausência! hehe

Hasta la vista, guapas y guapos!!

P.S.: Desta vez eu volto. Da próxima, não garanto.... :)

domingo, 19 de setembro de 2010

Pergunte ao "vizinho"

Acabei de chegar das compras. Ainda na fila do caixa, fiquei espiando as manchetes das revistas que estavam à venda. Em lugar mais que estratégico, afinal, as filas costumam ser demoradas.

Uma delas me chamou a atenção. Revista feminina que, além de conter aquelas colunas que todas já conhecemos (saúde, horóscopo, moda, filhos, cuidado com o corpo, etc) tinha outra chamada “Vizinho”. Pelo que pude entender das poucas linhas que deveriam criar em mim o desejo de comprar a revista e ler a coluna inteira, tratava-se de um homem falando sobre o universo feminino. Algo do tipo as mulheres sob a ótica masculina ou dicas que os homens gostariam de dar para as mulheres. A pergunta que o “Vizinho” respondia naquela edição da revista era: “o que a mulher precisa para fazer o homem feliz na cama”.

Obviamente não comprei a revista. Porém, durante o tempo que me restou na fila, eu fiquei tentando imaginar o que o “vizinho” teria respondido sobre a questão. Conhecendo a raça, acredito que tenha sido algo mais ou menos assim:

A mulher não pode ter pudores na cama. Entre quatro paredes tem que valer tudo. Deve ser criativa. Gostar de transar em lugares diferentes. Variar as posições. Usar lingerie sexy. Não usar nada. Vestir uma fantasia erótica. Gostar de sexo anal. Gostar de sexo oral. Usar um perfume excitante. Não ter vergonha de seu corpo. Gostar de transar com as luzes acesas. Gostar de filmar o ato. Aceitar que outra mulher junte-se a eles de vez em quando. E assim por diante. Sou capaz de apostar que a lista deles é mega grande!

Agora, se você perguntar para a “vizinha” aqui, o que o homem precisa para fazer uma mulher feliz na cama, eu resumiria em apenas dois pequenos, porém importantes, ensinamentos:

1) Aprendam a definição correta de língua: órgão sexual que os antigos usavam para falar!

2) Não sejam egoístas!

Se mantiverem isso sempre em mente já será um bom começo, não acha?


segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Dia 06/09... sabe que dia é hoje?

Dia 06 de Setembro! Dia do Sexo!! Isso mesmo! Este para mim é novidade! Ótima por sinal!
Então? Tá fazendo o quê aí na frente do computador? Larga tudo e vai comemorar, comadre! Mas, comemore com responsabilidade!
Como é que é? Com quem?
Não acredito!
Liga para o velho e bom amigo Batman, uai?
Não tem um na sua lista?
Ahhhhh mas então é hoje que você vai eleger um! Amigo Batman é como aquele pretinho básico: tem que ter um no seu armário! Sabe lá quando vai precisar, não é?
Anda! Vá completar o seu "guarda-roupa" :)
Espera aí. Interessante...A data que escolheram para celebrar o Dia do Sexo, acha não? 6/9, 69....galera cheia de segundas intenções!

sábado, 31 de julho de 2010

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...

Só para constar: hoje é dia do orgasmo. Sei.... Estão gozando com a minha cara? Fui :)